Enfim, não postava aqui há algum tempinho, daí resolvi colocar algo que fosse bem útil para todos que ainda leem esse blog. Alguém se manifesta? Cri, cri, cri...
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Soley ley ♫
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Cabe ao tempo me surpreender
Eu só percebo que o tempo está passando rápido demais quando olho para trás e vejo a quantidade de coisas que poderia ter feito e não as coloquei em prática. No decorrer dos dias vou planejando tudo aquilo que idealizo realizar, penso em como iria começá-las, o que faria pra que eu não deixasse as mesmas de lado sem perceber que estaria fazendo isso, mas muitas, uma boa quantidade mesmo, não foram nem ao menos iniciadas. E é assim que vejo o quanto o ser humano busca, e por motivos válidos (ou não) deixa de alcançar algo que tanto sonha. Muitas vezes nos vemos trancados em certas atividades do cotidiano e são elas que nos interrompem de algum dia tentarmos refazer o que já está "perfeitamente" realizado, criar novas possibilidades para sairmos da triste rotina que nos é imposta a cada dia. Antes dava um valor imenso àquilo que fazia parte do meu dia-a-dia, pensava que se me dedicasse a outras coisas que não fariam parte do meu amanhã logo após sentiria o peso de estar dando tempo ao que não seria útil para aquilo que eu realmente deveria estar fazendo. Hoje posso dizer que o espontâneo com certeza nos traz mais conhecimento, o inesperado pode ser o que de mais proveitoso estará em nossas lembranças, e assim vou esperando viver de modo que não tente me surpreender com as coisas que eu sei que sempre farei, e sim tentando encontrar o valor que os meus dias podem trazer através daquilo que jamais tinha pensado realizar.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Perdida, sem bâs =B
Gente do interior quando vai pra capital é complicado mesmo. Fui em Bsb fazer a tal prova da Uenibê (escrevo como eu quiser, lalala) e não tive muita sorte não. Minha mãe é a mais apavorada do Brasil, me fez ir pra rodoviária ficar esperando quase uma hora e meia esse tal ônibus. A viagem foi de boa, um banco lindo só pra mim, um medo tremendo de o bus me deixar pra trás se descesse em alguma cidade pra ir comprar alguma coisa ou fazer outras coisinhas . Isso era demais, até que superei esse bobeira e desci. Nunca tinha feito o número 1 tão rápido na minha vida. Até chegar no local que realmente desceria de vez, tudo ocorreu bem, mas bastou sair pra ver que ainda não sabíamos onde ficava o colégio que eu iria fazer a prova. Resultado: eu e a Tâmilusca perdidas na Asa Norte procurando o bendito colégio, até que conseguimos achar alguém que realmente pôde nos dar uma informação clara e rápida. Logo estávamos lá e ela saiu correndo pra dar tempo de chegar no colégio onde faria a sua prova. Depois era pra assistirmos um filme que a Isadora queria, mas acabamos indo comer e beber refrigerante de graça. Acho que nunca tinha bebido tanto refri, as meninas ficavam rindo porque eu criticava a famosa batata GRANDE, que de grande não tinha nada, mas de cara tinha tudo. Era praticamente a batata de ouro que comemos em um festival aqui de MR, kkk. No segundo dia foi melhor do que esperava, apesar d'eu ser a mais forever alone de todos que estavam ali, eu me senti livre (?), sei lá, nunca tinha estado em um lugar com tantas pessoas "contra" mim e desconhecidas ao mesmo tempo, achei isso legal... ou não. Depois fomos pra casa e as meninas inventaram de ir à missa ainda. Tinha tempo que não ia, chegamos atrasadas, o padre parecia ser de outro país e era bem black, enfim, achei ele estranho. :x No mesmo dia ainda tinha que voltar para minha adorada cidade natal, e foi aí que o bicho pegou. Compramos a passagem e ficamos esperando o tal ônibus encostar no treco 27 lá, daí de uma hora pra outra a Isa diz que eu ia perder esse ônibus. Pra quê!? foi só ela dizer isso que acabou acontecendo o "previsto". Esperávamos por um bus de determinada empresa e o que saiu tinha o nome de Rápido Girassol, e quem foi que disse que sabíamos de alguma coisa?! Minha tia simplesmente ficou com muita raiva do carinha que vendeu a passagem e o infeliz disse que não podia fazer nada, além de trocar a minha passagem pro dia seguinte. Será que ele não entendia que eu tinha que voltar no domingo?!!!1? O mínimo que aconteceu foi nós termos que sair correndo pra chegar na primeira rodoviária que ele fosse parar. Na hora eu fiquei com vontade de aniquilar todas as pessoas que fizeram com que isso acontecesse, mas depois que entrei no ônibus comecei a rir. O que mais me deixou incrível (hein?) foi o cobrador depois ter me perguntado com aquele sorrisinho maligno: Era você que tava ficando pra trás? Minha vontade era de atirar ele pela janela, mas como tenho autocontrole, olhei e disse: Pior que era! =/ Depois virei para o além e fiquei vendo todas as luzinhas se afastarem de mim.
Bye, bye =]
Bye, bye =]
domingo, 4 de dezembro de 2011
O ouro municipal
Mais conhecido como açafrão-da-terra ou cúrcuma longa, essa palnta fez com que as pessoas percebessem que essa mesma planta poderia ser utilizada de diversas formas, assim, a inseriram na gastronomia como corante, a qual com seu tempero deu mais sabor aos pratos já apreciados pela maioria de nossa população. Descobriram, mais tarde que também poderia ser usada para fins medicinais, como aquele chá que quase sempre fazemos quando estamos resfriados, misturando-a com um pouco de mel.
O nosso município é atualmente o principal polo de açafrão-da-terra existente no país, responsável por cerca de 90% da produção nacional. Com suas qualidades peculiares, o açafrão foi sendo reconhecido não somente a nível municipal, despertando a atenção de muitos que buscaram pesquisar sobre a planta e experimentar os diversos pratos feitos com esse pó amarelo-ouro, que para nós, com toda certeza, representa a preciosidade oferecida por nossa terra.
Bem, é muita falta do que postar, mas, contudo, todavia, entretanto... é isso aí. :B
E eu nem conto que costumo fazer minhas redações pelas postagens do blog, bobagem isso. u.u
E eu nem conto que costumo fazer minhas redações pelas postagens do blog, bobagem isso. u.u
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Dez anos depois...
Pensei que o blog tinha desaparecido, mas foi só eu pensar nele que logo vi que ainda existe alguém que me atura, sem que eu precise parar de falar algo ou outra pessoa dizer que sou insuportável o bastante para não querer falar comigo. (Nossa, eu tô viajando em outro espaço enquanto escrevo essas asneiras, mas e daí? O pobRema é meu, o bRog é meu também e ele me quer.) WTF? Esses dias estou andando muito inconformada com tudo aquilo de mais injusto que está acontecendo na minha vida e na de outras pessoas. Antes de vir postar aqui estava conversando com minha mãe sobre essas coisas, parei e perguntei pra mim mesma: Afinal, pra que existem leis? Ninguém quer cumpri-las, as atrocidades acontecem cada vez mais e nenhum ser humano visa lutar por seus direitos que são oferecidos sem qualquer cobrança. A verdade é que no mundo de hoje as pessoas estão alienadas em seus próprios estilos de vida, os quais exigem que se page para se ter aquilo que jamais (por lei) deveria ser pago. O homem cria suas próprias leis, e o mesmo nos faz desacreditar que exista possibilidade para elas serem impostas. Isso faz com que outros percam a dignidade que talvez poderiam ter, optando pelo caminho "mais fácil" e rompendo o elo que poderia levá-lo a ter uma vida feliz. Fico indignada quando vejo que dentro de uma família existe alguém que tenha coragem de destruir a vida daqueles que a constituem, agindo totalmente ao contrário do que era previsto, pensando somente em engrandecer-se, e ainda tendo a ousadia de dizer que está certo. Enfim, queria ter falado sobre outra coisa, mas esse assunto há muito tempo vinha me afRigindo. u.u O legal de tudo isso é que começo a falar de algo e tomo todas as dores que são oferecidas, porém, como disse no início: E daí? Isso é pobRema meu!
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