A liberdade, quando imposta, não gera conhecimento.
Se ela é imposta, ninguém se mostra.
Contraditório, não?
Mas é isso, se você impor a liberdade, todos vomitarão.
Isso aí, meu caro, é ditadura.
A ditadura da liberdade.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
quinta-feira, 11 de setembro de 2014

E como quem olhava muito, com uma imensa vontade de subir, subiu.
Foi ao céu e voltou.
Durante o caminho encontrou muitas estradas, povoadas pela vida daquela árvore que o fizera chegar onde queria ao passar por grandes obstáculos de seu tronco.
Assim, voava alto, caminhava em passos lentos, não queria deixar a cor que surgira para substituir o sol.
Olhando, lá de cima, conseguiu ver ainda mais a beleza dos sóis que deixara na Terra.
Não pensou duas vezes, regressou, guiado por aquela mesma luz que por alguns instantes lhe convidou para voar.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Ser em liberdade
Ela só queria liberdade,
E sabia, tal busca seria complicada
Vivia em uma cidade pequena
Pena não saber da sua grandeza
Em liberdade, em ser livre, em viver
Vivia. Hoje mora na capital
Ainda não conseguiu encontrar o que procura
E, às vezes, sente não estar caminhando para algum sinal
Começa, lentamente, a repensar os pensamentos
E não quer mais pensar porque os teve
Anda longe, vagamente
Sabe que não faz com querer
Se lamenta, mas agora já era!
Espera... será possível construir uma nova era?
A era da liberdade, do verdadeiro sentido da felicidade
Veio para cá porque queria conhecer
Estava pronta para se aventurar
Aventura do saber
Queria aprofundar sua leitura, e não ser coibida a ler
Queria poder estudar aquilo que se é, e não ouvir como se deve ser
Então, a frente fria chega e lhe diz:
Não adianta, o mundo hoje lhe formata antes de nascer
Mas isso ela já sabia, só não queria crer
Preferia pensar em sua busca interminável
A busca libertária do ser
E assim, em sua contínua travessia
Atravessa, travessê, retraverssê
Sabe o sentido, mas lá ele não está
Vê o que sente e sabe que o sentir em muitos não há
E em sua liberdade, só quer felicidade, balancê!
E sabia, tal busca seria complicada
Vivia em uma cidade pequena
Pena não saber da sua grandeza
Em liberdade, em ser livre, em viver
Vivia. Hoje mora na capital
Ainda não conseguiu encontrar o que procura
E, às vezes, sente não estar caminhando para algum sinal
Começa, lentamente, a repensar os pensamentos
E não quer mais pensar porque os teve
Anda longe, vagamente
Sabe que não faz com querer
Se lamenta, mas agora já era!
Espera... será possível construir uma nova era?
A era da liberdade, do verdadeiro sentido da felicidade
Veio para cá porque queria conhecer
Estava pronta para se aventurar
Aventura do saber
Queria aprofundar sua leitura, e não ser coibida a ler
Queria poder estudar aquilo que se é, e não ouvir como se deve ser
Então, a frente fria chega e lhe diz:
Não adianta, o mundo hoje lhe formata antes de nascer
Mas isso ela já sabia, só não queria crer
Preferia pensar em sua busca interminável
A busca libertária do ser
E assim, em sua contínua travessia
Atravessa, travessê, retraverssê
Sabe o sentido, mas lá ele não está
Vê o que sente e sabe que o sentir em muitos não há
E em sua liberdade, só quer felicidade, balancê!
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Agosto - 2013
Férias,
Flores,
Fotografias,
Felicidade,
Fantasia,Fábulas,
Falas,
Fadas,
Fascinação,
Flora,
Fenômeno,
Fecho,
Falecimento.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Eu preciso.
Preciso dizer que não ando tendo tempo pra fazer algumas coisas que gosto muito, como escrever aqui.
Que ultimamente a minha vida está se resumindo em casa faculdade faculdade faculdade... e casa de novo? (Eis a questão!) Na verdade não sei, porque quando chego em casa tô pensando naquilo que devo fazer lá de novo, ou seja, casa e faculdade são a mesma coisa. .-.
Que mesmo estando nessa peleja toda eu tô adorando fazer tudo isso, e que não pensava há algum tempo atrás que estaria tão satisfeita assim, mesmo tendo milhares de problemas que a gente enfrenta sempre.
Que às vezes me bate muito desânimo, que tenho vontade de jogar tudo pro alto e sair correndo, livre, leve e solta. (Ainda terei muito dias assim, espero)
Que penso muito na felicidade dos outros e acabo esquecendo de mim mesma, mas que me sinto feliz por isso. (Vai entender!!)
Que pretendo fazer um post com as músicas que mais tô curtindo, mesmo que seja pra ninguém ver, que fique só de recordação pra daqui uns anos eu ver e lembrar das coisas bestas que postei aqui.
Que mesmo gostando muito do que estou fazendo, não sei por onde quero seguir ainda, e que a incerteza é minha companheira a todo instante e sou eu quem não quer largar ela. u.u
Que não estou dando tanta importância pra essas decisões já indecisas que a gente deve tomar, e que só estou muito preocupada com as pessoas que me amam, mas que lá no fundo cobram algo e fazem-me ficar pensando nessas coisas por elas.
Que quero muito lidar com "causas perdidas", pois como diz Engenheiros: Muito prazer, me chamam de otário por amor às causas perdidas.
E que me sinto bem, muito bem quando ajudo qualquer pessoa e pareço sentir mais alegria e satisfação com aquilo que fiz do que a própria pessoa que foi ajudada.
Que ando vendo muita descrença da sociedade em continuar vivendo.
Que vejo mau humor, mal caráter, más lições e mais falta de sentido da vida.
E que mesmo com tudo isso, eu pretendo ir seguindo, pois quero ver no que tudo isso vai dar no final, se é que esse final existe. ;)
Que ultimamente a minha vida está se resumindo em casa faculdade faculdade faculdade... e casa de novo? (Eis a questão!) Na verdade não sei, porque quando chego em casa tô pensando naquilo que devo fazer lá de novo, ou seja, casa e faculdade são a mesma coisa. .-.
Que mesmo estando nessa peleja toda eu tô adorando fazer tudo isso, e que não pensava há algum tempo atrás que estaria tão satisfeita assim, mesmo tendo milhares de problemas que a gente enfrenta sempre.
Que às vezes me bate muito desânimo, que tenho vontade de jogar tudo pro alto e sair correndo, livre, leve e solta. (Ainda terei muito dias assim, espero)
Que penso muito na felicidade dos outros e acabo esquecendo de mim mesma, mas que me sinto feliz por isso. (Vai entender!!)
Que pretendo fazer um post com as músicas que mais tô curtindo, mesmo que seja pra ninguém ver, que fique só de recordação pra daqui uns anos eu ver e lembrar das coisas bestas que postei aqui.
Que mesmo gostando muito do que estou fazendo, não sei por onde quero seguir ainda, e que a incerteza é minha companheira a todo instante e sou eu quem não quer largar ela. u.u
Que não estou dando tanta importância pra essas decisões já indecisas que a gente deve tomar, e que só estou muito preocupada com as pessoas que me amam, mas que lá no fundo cobram algo e fazem-me ficar pensando nessas coisas por elas.
Que quero muito lidar com "causas perdidas", pois como diz Engenheiros: Muito prazer, me chamam de otário por amor às causas perdidas.
E que me sinto bem, muito bem quando ajudo qualquer pessoa e pareço sentir mais alegria e satisfação com aquilo que fiz do que a própria pessoa que foi ajudada.
Que ando vendo muita descrença da sociedade em continuar vivendo.
Que vejo mau humor, mal caráter, más lições e mais falta de sentido da vida.
E que mesmo com tudo isso, eu pretendo ir seguindo, pois quero ver no que tudo isso vai dar no final, se é que esse final existe. ;)
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Um favor, por favor.
A pessoa escolhe pedir ajuda para quem muitas vezes não pode ou não consegue ajudar. Na verdade, elas não escolhem, elas encontram. Encontram a chance de conseguirem o pouco do pouco que o outro tem. Elas preparam discursos (uns interessantes, outros que ninguém sequer escuta) e passam através de suas falas a angústia que é conviver com nada para aqueles que ainda tem algo a se considerar. Elas tentam mostrar que estão perdidas no meio de outros que conseguiram se encontrar, mesmo não gostando daquilo que encontraram, mesmo estando arrependidas de terem ido ao encontro daquilo que aceitaram encontrar.
Conseguem, muitas vezes, mostrar para as outras pessoas o quanto está melhor ali, com todos sentados, mesmo sem estarem olhando para os lados. Transmitem para elas que ficar daquele jeito é melhor do que regredir, porque a ideia de progressão até pode estar em suas cabeças, mas por medo de algum dia se encontrarem naquele estado que aqueles coitados se encontram, deixam de lado esse pensamento babaca que talvez só as levem à desconstrução, mas na verdade não têm ideia do que seria progredir, do que seria desconstruir.
E alguém se recusa a ajudar, e muitos se recusam a olharem na cara desses pobres e infelizes. E muitos carregam consigo seus motivos, os quais um só pessoa tem a ousadia de encontrar tais justificativas: "Deve ser porque ele acha errado fazer esse tipo de coisa, pois não se sabe para onde irá essa miséria que lhes foi dada"; "Com certeza esse esquecido deveria estar sendo ajudado pelo governo, isso é culpa do sistema político, eu nada tenho a ver com isso, me desculpe"; "Eu não estou nem um pouco incomodada com a situação que você está vivendo, meu filho, não me toca porque se depender de mim você morre"; "Eu não dou porque mal consigo arranjar algo pra mim. Aí, se consigo alguma coisinha já tem dez pedindo aquilo que suei para conseguir!"; "Não dou porque tenho pouco, quando tiver muito quero ajudar muitos, mas agora não posso e não devo".
E assim vão os pensamentos nos motivos que ela consegue encontrar para o pedinte e para aquele que se recusa a dar ou até mesmo ouvir o seu pedido.
De repente entra um: "Pessoal, estou aqui para pedir dinheiro para vocês porque acabo de sair do Hospital de Base com minha filha e minha esposa e não tenho dinheiro para pagar um lanche para elas. Sou de Rio Verde - Goiás. Por favor, quem puder me ajudar, agradeço." E nesse dia algumas pessoas ajudaram.
Talvez seja porque as palavras daquele homem juntamente com sua expressão colaboraram. Talvez porque muitos já estiveram em um lugar por muitas horas e passaram fome sem ter ninguém para oferecer-lhes um prato de comida. Pode ter sido também pelo fato de estar sendo envolvida uma criança na história. Talvez muitos já se sentiram desamparados quando perderam alguma e não tinham para onde correr e viram-se naquele momento diante de alguém que pode não ter perdido, e sim nunca encontrado.
Aquela pessoa que ficava a interpretar os "nãos" dos outros hoje também ajudou, e ajudou o outro a ajudar. Chegou à conclusão que às vezes não tem jeito, pois elas te pegam de surpresa. E viu que o homem saiu do ônibus e realmente estava na rodoviária com a filha e sua mulher, porque ela, diferente dos outros que deram e continuaram olhando para frente, estava olhando para os lados, como de costume.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Interpretações
Eu escrevo no pensamento
Ele pensa em escrever
E vendo que eu leio
Pensa em escrever algo que também possa ler
Assim, pega seu caderno para escrever
Ou seria para ler?
Não, não queria ler
Queria mesmo era escrever
Mas escrever o quê?
Sobre as pessoas que ali estavam?
Sobre algo que tinha pensado?
Sobre mim ou sobre você?
Não me interessei em tentar enxergar
Aquilo que ali escrevia
Não queria atrapalhar
Não queria fazer ele deixar de colocar no papel
O que havia descoberto
E que em alguns instantes no caderninho colocaria
Eu lia
Ele olhava
Eu olhava
Ele escrevia
E assim fomos andando
Traduzindo de nossas maneiras aquele mundo louco que a gente via
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Você é feliz?
Estava vendo uma palestra em um canal muito bom que achei na TV, me deparei com uma mulher falando sobre felicidade. Ela falava sobre a diferença de prazer, alegria e felicidade. O que digo aqui sobre prazer e alegria é muito breve, mas consegui pegar o que disse sobre felicidade. Não sei o nome dela, por isso não citarei, até porque eu fui escrevendo mais ou menos o que ia dizendo, não estando tudo da mesma maneira que falou. Enfim, achei interessante, vejam só:
"O prazer depende de circunstâncias externas, está ligado à ordem de estímulos. O prazer inicia com coisas agradáveis, e muitas vezes pode se conjugar com a maldade, como por exemplo, quando sentimos prazer em ver a tortura de outra pessoa, em torturar o outro. A felicidade pode ser confundida com uma alegria profunda que pode surgir com uma pequena manifestação da própria felicidade. A alegria resulta de uma situação passageira. Ela é alívio, gratidão e até orgulho. Já a felicidade, é lucidez, bondade, sabedoria, serenidade, paz interior. É também estado de satisfação profunda que perdura, é um estado de aceitação da vida como ela se apresenta, independente do que ela possa estar lhe presenciando. É estar simplesmente aqui e agora, livre. É liberdade interior, autoconfiança, flexibilidade, leveza, simplicidade. A felicidade é cultivada por um exercício transformação de coisas que contaminam nossa mente, é ter a faculdade de vencer as atividades interiores e exteriores. É uma qualidade que contem e impregna cada momento de nossas vidas. É um estado de sabedoria, porque já se libertou da cegueira de sua própria mente. É algo que une nossa natureza a uma justa compreensão da natureza temporária das coisas, pois tudo está em movimento. É descobrir como nossa mente funciona, é saber que não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar nossa forma de ver o mundo. E isso não implica em um otimismo ingênuo, nem em uma euforia artificial. Isso não consiste em ver a vida cor de rosa, em enganar-se. Consiste em eliminar as toxinas que nos impedem de ser felizes. É a erradicação do sofrimento e da ignorância como algo que não reconhece a natureza das coisas como elas são. A felicidade já existe em nós, o que devemos fazer é limpar as impurezas que nós possuímos. E isso é um treinamento longo, mas é possível."
quarta-feira, 10 de abril de 2013
E eu sigo!
Caramba, tava até me esquecendo que tenho um blog. Mentira, nunca vou esquecer disso aqui, sério mesmo. Posso ter amnésia que ainda vou conseguir lembrar desse blog lindo e maravilhoso com mais de um milhão de acessos diariamente, lógico.
Bem, o que eu quero mesmo aqui é postar algumas coisas aleatórias que eu acho importante e que aconteceram comigo durante esse período que não postei nada por aqui. Enfim, a seguir, um pouco de tudo ou simplesmente nada, para vocês, é óbvio!!
Ficou mais ou menos como uma seleção das fotos que eu queria muito mostrar para vocês (??) e contar um pouco sobre elas, aí vai:
Isso nada mais é que o quintal da minha casa (saudades, mamis!). E sim, eu tirei um tempo pra fotografar as pedras lá de casa. E não, não tente entender por qual motivo fiz isso, mas que foi legal, foi!

Outra foto do quintal lá de casa. Ficou muito perfeita! O céu tava colaborando, o sol não, mas eu dei um jeito nisso e saiu tudo lindo na figura! =] Eu tirei umas 30 fotos e achei que todas ficaram boas, minha vontade era de postar todas aqui, mas cêis até iriam enjoar de ver tanto céu. Rsrrs
Gente, eu piro nessas coisas, sério mesmo! É ninho de beija-flor com o ovinho, e onde ele está? Na área da minha house! E o mais massa de tudo: a bonitinha da beija-flor fica rodeando por lá toda hora e vira e mexe entra no ninho, mas quando via que eu estava por perto, saia que nem um tiro. =/ Tinha medo de mim. Coitada, eu a entendo, mas até parece que faria alguma coisa para prejudicá-la, só queria fotografar ela e o ninho. =B
Bem, o que eu quero mesmo aqui é postar algumas coisas aleatórias que eu acho importante e que aconteceram comigo durante esse período que não postei nada por aqui. Enfim, a seguir, um pouco de tudo ou simplesmente nada, para vocês, é óbvio!!
Ficou mais ou menos como uma seleção das fotos que eu queria muito mostrar para vocês (??) e contar um pouco sobre elas, aí vai:
Passei um dia de carnaval (percebam o quanto estou atualizada, já tá quase chegando o natal novamente) com duas crianças que eu peguei para criar (sim, sou muito generosa) e com uma prima aí que resolvi considerar... E como as crianças pareciam que ainda não sabiam o que é poder ser livre, viver, voar... dei a oportunidade de por um dia elas fazerem tudo o que gostariam de fazer, até mesmo acabar com o dinheiro que serviria para um mês da minha vida. Foi muito legal, e tenho certeza que nós não iremos nos esquecer desse dia nunca. Esse aí em cima é o Mateus, vulgo Cruella de Vil ou qualquer coisa do tipo.
Esta foto mostra o Beijódromo, ou para melhor entendimento, a casa do Darcy Ribeiro na UnB. Gente, o lugar é lindo, vocês deveriam conhecer! =] E também acho que a UnB é um lugar muito agradável, pode ser mais bonita, pode ter mais vida, mas meu olhar consegue ver locais bem maneiros por lá, consegue perceber a beleza do céu que muitas vezes está escondida por trás daqueles prédios ou daquelas árvores totalmente diferentes que por lá a gente encontra.
Isso nada mais é que o quintal da minha casa (saudades, mamis!). E sim, eu tirei um tempo pra fotografar as pedras lá de casa. E não, não tente entender por qual motivo fiz isso, mas que foi legal, foi!

Outra foto do quintal lá de casa. Ficou muito perfeita! O céu tava colaborando, o sol não, mas eu dei um jeito nisso e saiu tudo lindo na figura! =] Eu tirei umas 30 fotos e achei que todas ficaram boas, minha vontade era de postar todas aqui, mas cêis até iriam enjoar de ver tanto céu. Rsrrs
Gente, eu piro nessas coisas, sério mesmo! É ninho de beija-flor com o ovinho, e onde ele está? Na área da minha house! E o mais massa de tudo: a bonitinha da beija-flor fica rodeando por lá toda hora e vira e mexe entra no ninho, mas quando via que eu estava por perto, saia que nem um tiro. =/ Tinha medo de mim. Coitada, eu a entendo, mas até parece que faria alguma coisa para prejudicá-la, só queria fotografar ela e o ninho. =B
Pois bem, tirei de mim a agonia que estava por não mandar algo pra cá, tô querendo postar mais aqui, só que o tempo tá ruço!
Qualquer dia a gente se esbarra por aí. Inté!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Apologia de Sócrates
Em um início de tarde, encontra-se lendo um livro que logo de capa, ou de cara, como quiser, já havia tido a sensação de que este, apesar de pequeno, não seria agradável. Mas a questão era exatamente o costume. Estava habituado a ler pela capa, tirar suas próprias "conclusões" através de algo que poderia apenas ser alguma artimanha de qualquer editor de livros espalhado por aí.
Surpresa! Suas páginas começaram a instigá-lo. "Dúvidas podem ser esclarecidas?" Quais incertezas vieram com ele? "Eu, assim como outro qualquer ser humano, posso duvidar, ou devo apenas crer absolutamente em tudo o que apresentaram?"
Talvez tenha sido por medo, ou simplesmente porque nunca havia parado para questionar, questionando assim uma dimensão a seu redor. Pode ser que nunca quis passar por algum julgamento como Sócrates passou ou porque nunca teve a audácia de tornar qualquer coisa um pouquinho mais complicada.
Acho que ele foi criado para pedir desculpa, e se necessário, pediria misericórdia também. Essa era a diferença que lhe foi mostrada durante a leitura, isso era o que lhe indignava. Dignidade? Seria agora capaz de dizer o que é isso? Se fosse honesto consigo mesmo, creio que não mais se submeteria a falar disso sem ao menos fazer uma reflexão sobre tudo aquilo que já havia vivido.
Percebera então que cometeram injustiças com ele e tais estavam sendo retribuídas para outros frequentemente. Foi injusto, mesquinho, dependente e, às vezes, correto demais em suas simulações. Contudo, por um momento encontrou a possibilidade de mudança, de tentar descobrir quem realmente era ou poderia vir a ser. Morreria por seus novos, ou resgatados, princípios? Viveria, acima de tudo, por eles? Penso que isso ainda não sabia, mas agora já levava consigo um exemplo: Sócrates fez isso, e faria novamente se possível.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Estamos evoluindo ou retrogredindo?
Depois ver algumas coisas "diferentes", conversar com algumas pessoas, e pensar sobre o que vi e conversei, decidi escrever algo aqui que expressasse a minha opinião sobre isso. Só enfatizando que isso não deve ser interpretado de uma forma preconceituosa.
E expondo a minha opinião, começo perguntando: o que você acha que irá acontecer com o mundo com toda essa "evolução"? Generalizadamente falando. Acho que aí vocês me perguntariam: mas de qual evolução você está querendo se referir? E eu responderia: pense/fale sobre qual chamar mais tua atenção. Hoje, particularmente, decidi pensar um pouco mais sobre como está ficando o ser humano com toda essa evolução de gêneros, "gostos" e personalidades.
Desacreditando um pouco agora da igualdade que todos pregam, eu diria que as pessoas estão se subdividindo cada vez mais, criando subgrupos dentro de grupos, vivendo mais em função daquilo que acham ser o mais legal, o mais adequado, o mais propício para aquele momento ou período de suas vidas.
Será apenas vontade de ser "aceito" por alguém? É por que realmente quer estar ali, quer permanecer dessa maneira, com essas pessoas? Ou deseja, e mais que tudo, suprir suas carências, e assim mostrar para o mundo que você foi aceito por alguns? Eu não estou dizendo isso para julgar ninguém, mas apenas para tentar responder a mim mesma coisas que apenas vendo eu não consigo compreender.
Uma pessoa me disse o seguinte quando fiz aquela primeira pergunta: eu acho que com tal "desenvolvimento" o ser humano passará a ser classificado por grupos, pelo seu modo de vestir (o que já anda acontecendo, né) e não mais pelo que são ou o que fazem. Mas a igualdade nunca existiu, e para mim dificilmente existirá. Por isso acho que chegará um momento em que exatamente isso acontecerá, não seremos apenas seres humanos, seremos seres classificados por grupos, os quais você será definido pelo que as pessoas veem ou por aquilo que achar melhor e tentar se adequar.
Depois disso, voltando pra casa e pensando, cheguei à conclusão de que nesse momento eu estou concordando com o que foi dito. Antigamente você não precisava vestir algo para demonstrar que escuta rock, por exemplo. Você apenas escutava, curtia tais bandas, era feliz dessa maneira, e pronto. Não era necessário uma pessoa gritar em um parque "QUEM MORA EM BRASÍLIA E NÃO ESCUTA LEGIÃO URBANA É UM... (sei lá o que ele disse, kkk) EU MORO EM BRASÍLIA, ESCUTO E AMO ROCK!!". Daí eu paro e penso: sério que você é "rockeiro"? E eu com isso cara? -.-' Acho e penso que sempre acharei desnecessário uma pessoa ter que expor seus gostos para quem está pouco se fudendo para isso. Tudo bem, curta o que você quer, mas não invada o espaço de outras pessoas que não querem se definir e desejam, além de rock, escutar reggae, sertanejo, mpb, pagode, funk... e o diabo a quatro sem medo se ser feliz. =] (Ressaltando que minha intenção não é apenas falar sobre isso, e que utilizei apenas como exemplo)
Não quero ser classificada, não vou me "adaptar" a um estilo e adotar isso como algo essencial para minha vida. Apenas desejo viver livremente, abertamente. Gosto de usar tal roupa porque me sinto bem com ela, e não porque tenho que vestir aquilo para seguir a moda ou andar com certas pessoas. Vou vestir algo preto, colorido, estampado, sem graça, de "velho", da moda, se assim me sentir bem, se assim gostar daquilo. Quero caminhar com pessoas que eu realmente me sinto bem, poder conversar verdadeiramente, por vontade própria. Apenas viver, simplesmente e naturalmente... viver.
sábado, 17 de novembro de 2012
Vamos viver!
Se você acha que é capaz de fazer algo, mas está aí parado, sentado com essa bunda grande no sofá/cama/seja lá o que for e só fica no "pensando" e nunca no "agindo"... Acorda meu filho!1!
Estou passando por um período de novas descobertas, e talvez isso que vou dizer soe meio completamente revolucionário, mas é justamente isso que quero passar para vocês.
Não sei já disse, mas passei pra pedagogia na Uenibê ( vulgo UnB .-. ) e aqui é o único local onde me sinto livre para falar sobre certos assuntos que não julgo ser necessário postar em outras redes sociais com o propósito de mostrar até para aquela pessoa lá do cafundó de Judas.
Pois bem, larguei a tal da enfermagem (fiquei nem um mês, eu acho) e agora vejo que fiz a escolha certa. Primeiro que eu não iria aguentar aquela DIFIculdade (mesmo não pagando nada), porque lá a organização era -100%³, as pessoas estavam mais preocupadas com a mensalidade no final do mês do que em conhecer sobre sua futura área de atuação, e mais um monte de coisas que quase toda faculdade particular carrega consigo. Hoje, como meu tio sempre me disse, posso dizer que esse tipo de faculdade deveria levar em suas fachadas a seguinte frase: Vendemos sonhos e entregamos pesadelos.
Mas agora estou tendo outras experiências, e logo de cara já gostei do que vi. Eu ainda não encontrei nenhum lugar que não tivesse problema algum, contudo, vejo que existem locais onde mesmo tendo vários empecilhos você ainda consegue se sentir bem, e sente isso porque se identifica, gostar de estar ali e conviver com pessoas que talvez lhe acrescentarão algo proveitoso.
Sempre gostei da palavra crítica, e agora me vejo capaz de poder vivenciar da forma mais intensa essa palavra cheia de mistérios. Adoro tentar mostrar para as pessoas que podemos ser algo que desejamos, e vejo nesse período que o poder da mente realmente pode provocar alguma coisa. Eu quero ser livre, e espaço não mais está faltando para que isso ocorra. Pretendo modificar o espaço por onde passar, transformar pessoas, sejam elas velhinhas ou bem novinhas, e para isso estou buscando sabedoria, discernimento.
Não quero e não vou deixar com que essa cultura de massa me corrompa, me faça expor o que eu e nem você nunca seremos. Não nos deixemos levar por um par de sapatos, por um dia "legal" em lugar sofisticado. Não vamos ficar submetidos a um emprego que nos afete moral e fisicamente. Vamos olhar mais para os lados, ver o que está acontecendo ao nosso redor, analisar que nem tudo pode permanecer como está, perceber que podemos conseguir mais, e fazer!
Não quero deixar que a vida simplesmente me leve, quero levar a vida da maneira como quiser. Quero mostrar para mim mesma que sou capaz de conquistar tudo o que eu e a maioria desconfia que posso fazer, para assim levar a crença para muitos que como eu acreditam, mas talvez precisam de algum apoio, de algum empurrão para começarem a viver. Quero aproveitar meus dias sem muita frescura, viver intensamente os momentos que ficarão em minha memória por um bom tempo, sentir que posso abraçar os dias, acolher o mundo. Quero no final da vida poder me sentir realizada, poder dizer que fiz algo aqui na Terra enquanto vivi e que deixei lembranças, sejam elas mínimas ou consideráveis.
P.s.: Nesse vídeo eu só lembrei da Leka (minha cachorrinha de infância) fugindo de casa. Eu preocupada em encontrá-la logo, pensando que não voltaria mais pra casa, e depois vendo ela chegar com a cara mais lerda do mundo.
domingo, 21 de outubro de 2012
Deixe seus preconceitos de lado...
...assim descobrirá uma imensidão de coisas para se viver. ;)
Quando ainda somos pequenos, (refiro-me a um período em que adotamos algo como modelo de vida e julgamos o restante como o modelo errado, ou seja, a aborrecência) querendo ou não, ficamos dotados de certos preconceitos que muitas vezes fizeram-nos perder momentos que poderiam ser lembrados pelo resto de nossas vidas, como histórias contadas por pessoas desconhecidas, passeio com alguém que julgava careta, e assim por diante. A questão é que seria exatamente desses encontros que talvez poderiam ter saído suas histórias mais legais, mas por simples capricho, ou ignorância mesmo, você deixou de vivê-los. Digo isso porque já passei por essas situações, as quais se pudesse voltar atrás teria a certeza de que delas sairiam algo bom, proveitoso.
Mas não estou aqui para falar exatamente sobre isso, queria apenas fazer uma prévia para contar a vocês um pouco da minha viagem de volta para Brasília, e digo viagem porque vim de ônibus, caso contrário, seria um pulo, pois de Mara Rosa até aqui são 320 quilômetros (eu acho perto =P), o que dobra quando se fala em bus.
Bem, ao longo da viagem vim conversando com um homem que adorava contar casos. Aí já sabem né, eu apenas concordava com a cabeça e o resto era ele quem comandava, e como gosto muito de escutar tais histórias, não me importei nem um pouco com isso. Ele começou falando sobre sua juventude, de como era legal estar com seus amigos e aprontar com eles. Vou tentar incorporar uma personagem aqui e reproduzir o que ele disse. .-.
" Era bom demais o tempo que eu ainda era moleque de tudo, que a gente inventava algo para ganhar uma grana extra. Uma vez, quando trabalhávamos para uma firma, resolvemos dar uma de videntes, e sobrou pra eu ser o vidente da história. Olha só o que fazíamos: um amigo nosso saía com as mulheres da redondeza, paquerava elas e daí descobria tudo sobre suas vidas. Então ele chegava em casa e contava tudo para mim, depois se encontrava com as mulheres em uma nova oportunidade e dizia: nossa, lá na firma tem um cara que é bom demais como vidente, sabe tudo do seu passado e ainda lhe dá conselhos para seguir em frente, porque sabe tudo o que irá acontecer contigo também. Ah menina, aí era batata! A fulana chegava lá, eu falava pra ela tudo o que meu amigo tinha dito e contava algumas mentirinhas sobre seu futuro. E com essa brincadeira deu para arrecadarmos um dinheirinho até bom. Teve uma vez que tiramos mil e duzentos só de uma mulher. Mas você sabe né, isso era coisa da juventude, hoje em dia eu sou evangélico e não faço nada dessas coisas."
" Teve a vez em que fomos pra casa de um conhecido nosso, e justamente nessa casa morava uma velhinha que eu nunca tinha dado certo com ela. Era emburrecida demais, não gostava que a gente fizesse nada do que queríamos, e tudo pra ela estava ruim. Até aí estava tudo certo, mas não é de ver que a tal da velha resolve morrer bem no dia em que eu tinha ido pra lá!?! Ah, mas pra quê?! Quando resolvo ir embora, isso já entardecendo, o neto dela diz que eu ia encontrá-la bem numa virada que tinha no caminho, que veria seu caixão perto de uma árvore, porque nunca tinha gostado dela mesmo, e por isso ela aproveitaria para se vingar de mim bem nessa noite. Menina do céu, quando estava chegando na tal da virada minhas pernas começaram a tremer, comecei a suar, e para mim, eu tinha mesmo visto o caixão da velha bem debaixo da árvore. Mesmo sabendo que estava tendo aquelas visões somente por causa do medo, voltei pra casa dele na hora, não ia conseguir passar sozinho por ali nunca! O resultado disso tudo foi que passei a noite toda acordado e só no outro dia voltei pra casa. Meus amigos ficavam rindo da minha cara o tempo todo, dizendo que tinha medo de gente morta, que era um mais medroso do que tudo."
" Uma vez fui passar uns dias na casa de um velho que se achava muito esperto, só que ele estava doente. Então começou a dizer que estava com muita vontade de comer uma sopa, que era pra eu fazer essa sopa o mais rápido possível, disse também que queria só se fosse sopa de galinha. Pois bem, sabe o que eu fiz? Matei o único galo que ele tinha além de escolher entre tantas galinhas que tinha na fazenda. Preparei a sopa, ele agradou e comeu foi muito. Depois quando estava melhor foi olhar suas criações e deu falta do galo. Ficava gritando por conta desse galo, reclamando sua falta e tudo mais. Só que aí já era tarde, né... Eu já tinha ido embora, e galo ido pra panela há muito tempo."
Eu não queria saber se agora ele é evangélico, disso pouco me importava, nem ao menos como ele estava vivendo agora. Adorei mesmo foi ter escutado um pouco de seu passado, sobre como ele tinha sido louco, feliz. Mas o que eu achei mais interessante de tudo isso foi quando uma mulher surda entrou no ônibus na rodoviária de Uruaçu vendendo canetas e ele além de pagar somente a sua, disse que era para eu ficar com a caneta também. Depois que ela saiu ele me informou que sempre quando passa por ali a ajuda comprando suas canetas. Talvez isso não sirva para acrescentar nada na vida de ninguém, mas para mim, naquele instante, estava sendo bastante legal ouvir sobre suas aventuras e ver que ainda existem pessoas legais, que acima de tudo são humildes e ajudam o próximo sem nada querer em troca disso. Assim, deixo registrado aqui que muitas coisas boas podem deixar de fazer parte da nossa história quando passamos a ver os outros com muita indiferença. Deixe de lado isso que te impedem de escutar outra pessoa, que te faz não olhar para o lado e cumprimentar alguém que lhe deseja um bom dia, seja mais humano.
Quando ainda somos pequenos, (refiro-me a um período em que adotamos algo como modelo de vida e julgamos o restante como o modelo errado, ou seja, a aborrecência) querendo ou não, ficamos dotados de certos preconceitos que muitas vezes fizeram-nos perder momentos que poderiam ser lembrados pelo resto de nossas vidas, como histórias contadas por pessoas desconhecidas, passeio com alguém que julgava careta, e assim por diante. A questão é que seria exatamente desses encontros que talvez poderiam ter saído suas histórias mais legais, mas por simples capricho, ou ignorância mesmo, você deixou de vivê-los. Digo isso porque já passei por essas situações, as quais se pudesse voltar atrás teria a certeza de que delas sairiam algo bom, proveitoso.
Mas não estou aqui para falar exatamente sobre isso, queria apenas fazer uma prévia para contar a vocês um pouco da minha viagem de volta para Brasília, e digo viagem porque vim de ônibus, caso contrário, seria um pulo, pois de Mara Rosa até aqui são 320 quilômetros (eu acho perto =P), o que dobra quando se fala em bus.
Bem, ao longo da viagem vim conversando com um homem que adorava contar casos. Aí já sabem né, eu apenas concordava com a cabeça e o resto era ele quem comandava, e como gosto muito de escutar tais histórias, não me importei nem um pouco com isso. Ele começou falando sobre sua juventude, de como era legal estar com seus amigos e aprontar com eles. Vou tentar incorporar uma personagem aqui e reproduzir o que ele disse. .-.
" Era bom demais o tempo que eu ainda era moleque de tudo, que a gente inventava algo para ganhar uma grana extra. Uma vez, quando trabalhávamos para uma firma, resolvemos dar uma de videntes, e sobrou pra eu ser o vidente da história. Olha só o que fazíamos: um amigo nosso saía com as mulheres da redondeza, paquerava elas e daí descobria tudo sobre suas vidas. Então ele chegava em casa e contava tudo para mim, depois se encontrava com as mulheres em uma nova oportunidade e dizia: nossa, lá na firma tem um cara que é bom demais como vidente, sabe tudo do seu passado e ainda lhe dá conselhos para seguir em frente, porque sabe tudo o que irá acontecer contigo também. Ah menina, aí era batata! A fulana chegava lá, eu falava pra ela tudo o que meu amigo tinha dito e contava algumas mentirinhas sobre seu futuro. E com essa brincadeira deu para arrecadarmos um dinheirinho até bom. Teve uma vez que tiramos mil e duzentos só de uma mulher. Mas você sabe né, isso era coisa da juventude, hoje em dia eu sou evangélico e não faço nada dessas coisas."
" Teve a vez em que fomos pra casa de um conhecido nosso, e justamente nessa casa morava uma velhinha que eu nunca tinha dado certo com ela. Era emburrecida demais, não gostava que a gente fizesse nada do que queríamos, e tudo pra ela estava ruim. Até aí estava tudo certo, mas não é de ver que a tal da velha resolve morrer bem no dia em que eu tinha ido pra lá!?! Ah, mas pra quê?! Quando resolvo ir embora, isso já entardecendo, o neto dela diz que eu ia encontrá-la bem numa virada que tinha no caminho, que veria seu caixão perto de uma árvore, porque nunca tinha gostado dela mesmo, e por isso ela aproveitaria para se vingar de mim bem nessa noite. Menina do céu, quando estava chegando na tal da virada minhas pernas começaram a tremer, comecei a suar, e para mim, eu tinha mesmo visto o caixão da velha bem debaixo da árvore. Mesmo sabendo que estava tendo aquelas visões somente por causa do medo, voltei pra casa dele na hora, não ia conseguir passar sozinho por ali nunca! O resultado disso tudo foi que passei a noite toda acordado e só no outro dia voltei pra casa. Meus amigos ficavam rindo da minha cara o tempo todo, dizendo que tinha medo de gente morta, que era um mais medroso do que tudo."
" Uma vez fui passar uns dias na casa de um velho que se achava muito esperto, só que ele estava doente. Então começou a dizer que estava com muita vontade de comer uma sopa, que era pra eu fazer essa sopa o mais rápido possível, disse também que queria só se fosse sopa de galinha. Pois bem, sabe o que eu fiz? Matei o único galo que ele tinha além de escolher entre tantas galinhas que tinha na fazenda. Preparei a sopa, ele agradou e comeu foi muito. Depois quando estava melhor foi olhar suas criações e deu falta do galo. Ficava gritando por conta desse galo, reclamando sua falta e tudo mais. Só que aí já era tarde, né... Eu já tinha ido embora, e galo ido pra panela há muito tempo."
Eu não queria saber se agora ele é evangélico, disso pouco me importava, nem ao menos como ele estava vivendo agora. Adorei mesmo foi ter escutado um pouco de seu passado, sobre como ele tinha sido louco, feliz. Mas o que eu achei mais interessante de tudo isso foi quando uma mulher surda entrou no ônibus na rodoviária de Uruaçu vendendo canetas e ele além de pagar somente a sua, disse que era para eu ficar com a caneta também. Depois que ela saiu ele me informou que sempre quando passa por ali a ajuda comprando suas canetas. Talvez isso não sirva para acrescentar nada na vida de ninguém, mas para mim, naquele instante, estava sendo bastante legal ouvir sobre suas aventuras e ver que ainda existem pessoas legais, que acima de tudo são humildes e ajudam o próximo sem nada querer em troca disso. Assim, deixo registrado aqui que muitas coisas boas podem deixar de fazer parte da nossa história quando passamos a ver os outros com muita indiferença. Deixe de lado isso que te impedem de escutar outra pessoa, que te faz não olhar para o lado e cumprimentar alguém que lhe deseja um bom dia, seja mais humano.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Seria mesmo real?
A rua estava interditada, lotada, com pessoas de todas as crenças, de todos os gostos e atitudes.
Eu estava feliz, mas era uma felicidade tão intensa que até mesmo me senti encorajada a dizer seu nome logo quando o avistei e reconheci.
Não havia medo, nem mesmo vergonha de acenar para você quando virou-se e me viu.
Não sabia se iria recordar-se de mim, mas tinha a certeza de que estaria satisfeita, pois havia visto o seu olhar novamente.
Você, sem dizer nada, ficou me olhando, e sem muito desespero ou coisa parecida, eu resolvi seguir em frente, continuar vivendo esses momentos felizes que tal dia me proporcionava.
Mas logo resolvi sentar, queria descansar um pouco. E nesse momento notei que já estava sozinho, seus amigos ou as pessoas com quem andava não mais te acompanhavam.
Foi aí que relembrei das suas frases de solidão, dizendo com elas que por mais que alguma pessoa tivesse alguém para o acompanhar por vários momentos de sua vida, no final ela também ficaria sem ninguém.
Quando olhei novamente, você já estava aproximando, e ao contrário de começar a suar as mãos e ficar completamente nervosa, eu estava bastante despreocupada com tudo o que poderia acontecer.
Sentou-se então ao meu lado e começou a dizer tudo aquilo que um dia eu esperava que dissesse.
Não consigo descrever até hoje o que sentia naquele momento, não sabia se era um sonho ou se aquele sonho de fato era real, só sabia que sendo sonho ou não, eu vivia os momentos mais felizes da minha vida e me sentia satisfeita por ter esperado tanto tempo e no final não ter me decepcionado.
Na manhã seguinte, quando acordei, percebi que realmente tinha vivido tudo o que esperava, só que em outra dimensão.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
A semelhança se encontra exatamente nas maiores diferenças
Me vejo sozinha. Me encontro lendo um livro que por sinal parece ser o melhor de todos que já li. Logo posso perceber que lá fora algum ser anseia pela presença de outro ser que talvez o completaria nesse determinado instante, e após sua ausência, sem ter encontrado alguém para alentar-se, percebo novos seres habitando o mesmo local. Trocam míseras palavras, fazem suas obrigações, algumas em conjunto, mas logo entram e se dispersam dos meus sentidos. Apesar da individualidade notada pareciam se completar, por mais incompleto que isso pudesse parecer. Passado alguns instantes, eis que surge uma garotinha vestida de vermelho, a qual ousava mencionar para as pessoas que a acompanhava: "Quando eu me casar (hesita), ou melhor, se eu me casar vou querer um buquê de rosas bem grande e bonito!" E assim, percebo que entre tantas diferenças existia algo em comum entre mim e essas pessoas: estávamos todas sozinhas.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Mudanças
A minha vida girou. E penso que se não foi um giro de 360º foi de pelo menos 260º. Eu nunca, mas nunca mesmo, tinha me imagino como agora estou. Após ter chegado em Brasília tudo começou a mudar. E foi a partir desse momento que eu percebi que não apenas os meus ares tinham como obrigação essa mudança, mas eu também.
Hoje já consigo perceber o quanto deixei para trás aquilo que nada me servia, e no lugar disso tudo comecei a plantar esperança, desejos e outras coisas que agora passo a ter certeza de que um dia elas me servirão, e como!
Mudei meus planos, segui outros caminhos e talvez tenham avançado um pouco mais do que esperava.
Numa tarde, que estava passando na casa de uma prima, vejo que as inscrições para o Prouni estavam abertas, e assim decido ver quais cursos, faculdades e algo mais que estava disponibilizado para os milhões de estudantes que fizeram o enem e se interessavam por uma bolsa ofertada. Então, como se não bastasse apenas ver, decido me inscrever, mesmo não tendo decidido qual curso queria. Coloquei enfermagem como primeira opção e depois biologia. Após ter feito isso, parei e pensei: ah, acho que as chances de passar são mínimas, então tá de boa!
Só que isso ficou mais de boa ainda quando abri a página do prouni e vi que tinha passado na primeira opção. O que eu faria agora? Fiquei totalmente confusa, pensava em estudar mais ou esperar mais pra conseguir discernir o que de fato queria, pensava se essa era uma área que iria atuar com prazer ou com frustração... Sei que enquanto pensava já tinha feito todo o processo para garantir a tal vaga, e hoje já estou lá, tentando ver se isso tem algo relacionado com o que me identifico, com o que gosto de fazer.
Estou na enfermagem porque antes de concluir o terceiro ano tinha botado na cabeça que queria fazer medicina, pois essa profissão abriga de tudo um pouco daquilo que queria.
Pois bem, desde criança eu sempre tinha em mente que seria professora. Cheguei ao ponto de fazer meu pai comprar para mim um quadro enorme, caixa de giz, apagador e tudo mais. Nossa, quando recebi esse presente era como se um sonho tivesse se tornado realidade. Ao meu ver, eu já era um profissional, e acima de tudo tinha uma grande quantidade de turmas para iniciar meu trabalho. Tudo bem que eu fazia o papel de todos os alunos, mas isso para mim era irrelevante. =B Queria mesmo era dar aula, passar aquilo que tinha aprendido com uma professora real para meus queridos invisíveis, ou até mesmo acrescentar certas coisas que uma professora não dava tamanha importância e eu achava que ela deveria ter dado.
Assim fui alimentando isso em minha consciência, até meu inconsciente transmitir uma pequena informação que acabaria com meu sonho: no lugar onde mora essa profissão não tem valor nenhum! você apenas irá se maltratar em função de outras pessoas que raramente estarão interessadas naquilo que sabe e quer passar adiante, pense bem. Isso e mais uma pilha de situações foram o bastante para não seguir, para me encontrar em qualquer profissão, menos naquela que iria dar aprendizado aos seres humanos. Foi aí que parei no tempo. Não sabia o que queria fazer da minha vida, só que se nada fizesse, outros fariam algo por mim, e achava que se isso fosse feito não seria nada agradável. Observava minhas colegas decidas, fazendo planos e tudo mais... e eu lá, pensando, pensando e pensando: e eu, o que vou fazer da vida? .-.
Concluí então que mais que atuar em uma só área, eu queria estar trabalhando em várias. Me descobri fazendo psicologia, história, jornalismo, medicina, letras, artes cênicas, biologia e até mesmo medicina veterinária. Só não me via fazendo algo na área de exatas, porque o meu intuito sempre foi focado no ser humano, na vida, apesar de que a matemática em si, assim como todas as outras áreas, também está ligada direta ou indiretamente ao ser humano.
Foi assim que ao chegar o terceiro ano decidi que iria fazer medicina, pois tinha visto nela uma extrema ligação com tudo o que já tinha pensado. (Aaah, querida, conta outra! Todo mundo quer fazer medicina por causa do salário no fim do mês) Mas eu não. É hipocrisia dizer que uma pessoa não quer ganhar dinheiro naquilo que ela exerce, mas seria mais hipocrisia ainda se eu lhe dissesse que a primeira coisa que me veio em mente foi o fato de poder ser rica com isso. Uma que o curso de medicina não é e nunca foi uma profissão valorizada assim como deveria ser aqui no Brasil, e outra que se uma pessoa faz esse curso pensando apenas nesse fator, é certo que ele colocará não apenas sua vida em risco, mas a de uma enorme quantidade de pessoas. E isso hoje em dia não é nem um pouco difícil de ser visto, caso contrário, o Lula, a Dilma e o Gianecchini não estariam recorrendo para um Sírio-Libanês da vida.
Enfim, porque consegui a bolsa e por ser um curso que me vejo relacionada com umas das áreas que gosto, estou lá, tentando descobrir se é isso mesmo que quero. O negócio é que minha cabeça é tão louca que penso ainda em desistir de tudo, caso veja que isso não é para mim e ir fazer um curso que tenha mais relação com a sociedade, educação ou outras questões que também me interessam bastante.
P.s.: passei por aqui para dar uma satisfação a mim mesma, porque a essa altura do campeonato, nem o comando que salva as postagens no blog deve estar lembrando que existo. Hauahua
Bye! See you leter!
Hoje já consigo perceber o quanto deixei para trás aquilo que nada me servia, e no lugar disso tudo comecei a plantar esperança, desejos e outras coisas que agora passo a ter certeza de que um dia elas me servirão, e como!
Mudei meus planos, segui outros caminhos e talvez tenham avançado um pouco mais do que esperava.
Numa tarde, que estava passando na casa de uma prima, vejo que as inscrições para o Prouni estavam abertas, e assim decido ver quais cursos, faculdades e algo mais que estava disponibilizado para os milhões de estudantes que fizeram o enem e se interessavam por uma bolsa ofertada. Então, como se não bastasse apenas ver, decido me inscrever, mesmo não tendo decidido qual curso queria. Coloquei enfermagem como primeira opção e depois biologia. Após ter feito isso, parei e pensei: ah, acho que as chances de passar são mínimas, então tá de boa!
Só que isso ficou mais de boa ainda quando abri a página do prouni e vi que tinha passado na primeira opção. O que eu faria agora? Fiquei totalmente confusa, pensava em estudar mais ou esperar mais pra conseguir discernir o que de fato queria, pensava se essa era uma área que iria atuar com prazer ou com frustração... Sei que enquanto pensava já tinha feito todo o processo para garantir a tal vaga, e hoje já estou lá, tentando ver se isso tem algo relacionado com o que me identifico, com o que gosto de fazer.
Estou na enfermagem porque antes de concluir o terceiro ano tinha botado na cabeça que queria fazer medicina, pois essa profissão abriga de tudo um pouco daquilo que queria.
Pois bem, desde criança eu sempre tinha em mente que seria professora. Cheguei ao ponto de fazer meu pai comprar para mim um quadro enorme, caixa de giz, apagador e tudo mais. Nossa, quando recebi esse presente era como se um sonho tivesse se tornado realidade. Ao meu ver, eu já era um profissional, e acima de tudo tinha uma grande quantidade de turmas para iniciar meu trabalho. Tudo bem que eu fazia o papel de todos os alunos, mas isso para mim era irrelevante. =B Queria mesmo era dar aula, passar aquilo que tinha aprendido com uma professora real para meus queridos invisíveis, ou até mesmo acrescentar certas coisas que uma professora não dava tamanha importância e eu achava que ela deveria ter dado.
Assim fui alimentando isso em minha consciência, até meu inconsciente transmitir uma pequena informação que acabaria com meu sonho: no lugar onde mora essa profissão não tem valor nenhum! você apenas irá se maltratar em função de outras pessoas que raramente estarão interessadas naquilo que sabe e quer passar adiante, pense bem. Isso e mais uma pilha de situações foram o bastante para não seguir, para me encontrar em qualquer profissão, menos naquela que iria dar aprendizado aos seres humanos. Foi aí que parei no tempo. Não sabia o que queria fazer da minha vida, só que se nada fizesse, outros fariam algo por mim, e achava que se isso fosse feito não seria nada agradável. Observava minhas colegas decidas, fazendo planos e tudo mais... e eu lá, pensando, pensando e pensando: e eu, o que vou fazer da vida? .-.
Concluí então que mais que atuar em uma só área, eu queria estar trabalhando em várias. Me descobri fazendo psicologia, história, jornalismo, medicina, letras, artes cênicas, biologia e até mesmo medicina veterinária. Só não me via fazendo algo na área de exatas, porque o meu intuito sempre foi focado no ser humano, na vida, apesar de que a matemática em si, assim como todas as outras áreas, também está ligada direta ou indiretamente ao ser humano.
Foi assim que ao chegar o terceiro ano decidi que iria fazer medicina, pois tinha visto nela uma extrema ligação com tudo o que já tinha pensado. (Aaah, querida, conta outra! Todo mundo quer fazer medicina por causa do salário no fim do mês) Mas eu não. É hipocrisia dizer que uma pessoa não quer ganhar dinheiro naquilo que ela exerce, mas seria mais hipocrisia ainda se eu lhe dissesse que a primeira coisa que me veio em mente foi o fato de poder ser rica com isso. Uma que o curso de medicina não é e nunca foi uma profissão valorizada assim como deveria ser aqui no Brasil, e outra que se uma pessoa faz esse curso pensando apenas nesse fator, é certo que ele colocará não apenas sua vida em risco, mas a de uma enorme quantidade de pessoas. E isso hoje em dia não é nem um pouco difícil de ser visto, caso contrário, o Lula, a Dilma e o Gianecchini não estariam recorrendo para um Sírio-Libanês da vida.
Enfim, porque consegui a bolsa e por ser um curso que me vejo relacionada com umas das áreas que gosto, estou lá, tentando descobrir se é isso mesmo que quero. O negócio é que minha cabeça é tão louca que penso ainda em desistir de tudo, caso veja que isso não é para mim e ir fazer um curso que tenha mais relação com a sociedade, educação ou outras questões que também me interessam bastante.
P.s.: passei por aqui para dar uma satisfação a mim mesma, porque a essa altura do campeonato, nem o comando que salva as postagens no blog deve estar lembrando que existo. Hauahua
Bye! See you leter!
terça-feira, 19 de junho de 2012
Adeus, vó Joana. =/
Hoje pela manhã fiquei sabendo que minha avozinha morreu. =( Sei que ela já estava bem velhinha, e as doenças estavam se complicando, fazendo com que ela sofresse cada vez mais. O melhor para ela seria descansar mesmo.
Sentirei sua falta. Sua afinidade comigo era tão grande que nunca esquecerei o quanto era bom conversar contigo e saber como tinha sido seu passado, com as histórias mais bem contadas que alguém já pode me dizer. Fica aqui um post dedicado a você, vó Joana! Descanse em paz.
Sentirei sua falta. Sua afinidade comigo era tão grande que nunca esquecerei o quanto era bom conversar contigo e saber como tinha sido seu passado, com as histórias mais bem contadas que alguém já pode me dizer. Fica aqui um post dedicado a você, vó Joana! Descanse em paz.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Tô cansando desse planeta!
Sinceramente, não aguento mais ver o quão tamanha é a ignorância das pessoas em buscar conhecimento; em sair de sua vida medíocre e olhar mais para seu redor; em achar que o seu mundo é aquilo que todos vivem ou o que todos devem estar submetidos a viver; em pensar que não existe mais respeito com o próximo e que um simples "obrigado" já não faz mais parte (ou nunca existiu) em seu vocabulário; em enxergar o dia sempre com a mesma rotina e não olhar para dentro de si mesmo para notar que o problema está em você, que vive sem perceber qual o sentido da SUA vida, o qual deve ser formulado por si, e não imposto por outros que estão em um nível mais avançado ou retardado que o seu; em admirar e idolatrar coisas tolas, passageiras e fúteis e deixar passar despercebido aquilo que realmente lhe valeria à pena prestigiar; em tentar impor algo que nunca foi e nunca será o certo para todos somente porque se acha no direito de "pensar" que algo adotado como certo para mim deverá ser imposto em todos; em contribuir para algo totalmente ridículo, sem fins e que na verdade nunca trará benefício algum para a sociedade; em perceber que sua vida nunca passou de uma simples bolha e mesmo assim acomodar-se com a mediocridade que ela lhe impõe.
Quero ir pra Júpiter, Marte, Vênus... basta eu saber que em algum planeta existe vida para estar indo lá ver se todas as "pessoas" são como as daqui.
Quero ir pra Júpiter, Marte, Vênus... basta eu saber que em algum planeta existe vida para estar indo lá ver se todas as "pessoas" são como as daqui.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Não receie daquilo que deu fé
Às vezes nos deparamos com situações extremamente constrangedoras, causadas por motivos inexplicáveis que anteriormente foram explicadas e de uma hora para outra passam a mexer com os nossos sentimentos, pois não agradam nossos sentidos e abalam nossas concepções sobre aquilo que foi dito como certo.
É possível uma pessoa nos introduzir algo, dizer que tal coisa é certa e que deve ser feita e depois passar a agir negativamente com suas próprias atitudes?
Isso não é exagero, nem tampouco será errado, pois você dizia estar ciente daquilo que passou para seus descendentes, e essa tua afirmação e adoção do "certo para mim, certo para eles" contraria todas as suas posições assumidas atualmente.
Não é porque não ensinou direito, é porque deixou de ensinar o que pretendia que fosse, e com apenas alguns ensinamentos, talvez desnecessários, esses seres passaram a buscar o que realmente queriam, magoando você e assim fazendo-o retribuir com o mesmo sentimento, o qual poderá ser pior ou não, só depende de quem irá sentir.
É possível uma pessoa nos introduzir algo, dizer que tal coisa é certa e que deve ser feita e depois passar a agir negativamente com suas próprias atitudes?
Isso não é exagero, nem tampouco será errado, pois você dizia estar ciente daquilo que passou para seus descendentes, e essa tua afirmação e adoção do "certo para mim, certo para eles" contraria todas as suas posições assumidas atualmente.
Não é porque não ensinou direito, é porque deixou de ensinar o que pretendia que fosse, e com apenas alguns ensinamentos, talvez desnecessários, esses seres passaram a buscar o que realmente queriam, magoando você e assim fazendo-o retribuir com o mesmo sentimento, o qual poderá ser pior ou não, só depende de quem irá sentir.
Todo mundo mente, mas não é com toda essa frequência que você pensa ser.
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