sábado, 17 de novembro de 2012

Vamos viver!

Se você acha que é capaz de fazer algo, mas está aí parado, sentado com essa bunda grande no sofá/cama/seja lá o que for e só fica no "pensando" e nunca no "agindo"... Acorda meu filho!1! 

  Estou passando por um período de novas descobertas, e talvez isso que vou dizer soe meio completamente revolucionário, mas é justamente isso que quero passar para vocês.
Não sei já disse, mas passei pra pedagogia na Uenibê ( vulgo UnB .-. ) e aqui é o único local onde me sinto livre para falar sobre certos assuntos que não julgo ser necessário postar em outras redes sociais com o propósito de mostrar até para aquela pessoa lá do cafundó de Judas. 
  Pois bem, larguei a tal da enfermagem (fiquei nem um mês, eu acho) e agora vejo que fiz a escolha certa. Primeiro que eu não iria aguentar aquela DIFIculdade (mesmo não pagando nada), porque lá a organização era -100%³, as pessoas estavam mais preocupadas com a mensalidade no final do mês do que em conhecer sobre sua futura área de atuação, e mais um monte de coisas que quase toda faculdade particular carrega consigo. Hoje, como meu tio sempre me disse, posso dizer que esse tipo de faculdade deveria levar em suas fachadas a seguinte frase: Vendemos sonhos e entregamos pesadelos. 
  Mas agora estou tendo outras experiências, e logo de cara já gostei do que vi. Eu ainda não encontrei nenhum lugar que não tivesse problema algum, contudo, vejo que existem locais onde mesmo tendo vários empecilhos você ainda consegue se sentir bem, e sente isso porque se identifica, gostar de estar ali e conviver com pessoas que talvez lhe acrescentarão algo proveitoso.
  Sempre gostei da palavra crítica, e agora me vejo capaz de poder vivenciar da forma mais intensa essa palavra cheia de mistérios. Adoro tentar mostrar para as pessoas que podemos ser algo que desejamos, e vejo nesse período que o poder da mente realmente pode provocar alguma coisa. Eu quero ser livre, e espaço não mais está faltando para que isso ocorra. Pretendo modificar o espaço por onde passar, transformar pessoas, sejam elas velhinhas ou bem novinhas, e para isso estou buscando sabedoria, discernimento. 
  Não quero e não vou deixar com que essa cultura de massa me corrompa, me faça expor o que eu e nem você nunca seremos. Não nos deixemos levar por um par de sapatos, por um dia "legal" em lugar sofisticado. Não vamos ficar submetidos a um emprego que nos afete moral e fisicamente. Vamos olhar mais para os lados, ver o que está acontecendo ao nosso redor, analisar que nem tudo pode permanecer como está, perceber que podemos conseguir mais, e fazer!
  Não quero deixar que a vida simplesmente me leve, quero levar a vida da maneira como quiser. Quero mostrar para mim mesma que sou capaz de conquistar tudo o que eu e a maioria desconfia que posso fazer, para assim levar a crença para muitos que como eu acreditam, mas talvez precisam de algum apoio, de algum empurrão para começarem a viver. Quero aproveitar meus dias sem muita frescura, viver intensamente os momentos que ficarão em minha memória por um bom tempo, sentir que posso abraçar os dias, acolher o mundo. Quero no final da vida poder me sentir realizada, poder dizer que fiz algo aqui na Terra enquanto vivi e que deixei lembranças, sejam elas mínimas ou consideráveis.




P.s.: Nesse vídeo eu só lembrei da Leka (minha cachorrinha de infância) fugindo de casa. Eu preocupada em encontrá-la logo, pensando que não voltaria mais pra casa, e depois vendo ela chegar com a cara mais lerda do mundo. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário